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Prejuízo bilionário expõe farsa da taxa das blusinhas: quem lucrou com essa conta?

Entenda como a interferência do governo e do Congresso causou um prejuízo bilionário na estatal e abalou o mercado de importados

A taxa das blusinhas, proposta pelo Congresso Nacional e apoiada pelo governo Lula, trouxe consequências desastrosas para o comércio de importados e para os próprios Correios, que agora amargam um prejuízo de R$ 2,2 bilhões. A nova taxação não só afastou os consumidores das famosas compras internacionais, como também derrubou em mais de 60% o volume de encomendas vindas da China.

Mais uma vez, uma decisão populista, travestida de “proteção à indústria nacional”, gerou efeitos colaterais devastadores, atingindo diretamente uma estatal estratégica e a economia popular. A pergunta que não quer calar: quem realmente lucra com a taxa das blusinhas? Porque o povo, certamente, não foi.

O que é a taxa das blusinhas e por que ela virou polêmica

Taxação de 60% sobre compras internacionais abaixo de US$ 50 revoltou consumidores

A chamada taxa das blusinhas refere-se à cobrança de 60% de imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, que antes eram isentas. A medida foi proposta como parte do pacote do Ministério da Fazenda, liderado por Fernando Haddad, e teve apoio do governo Lula, mesmo após forte resistência popular.

Empresas como Shein, Shopee e AliExpress foram diretamente impactadas, assim como milhões de brasileiros que compravam produtos acessíveis por meio dessas plataformas. O argumento era “proteger a indústria nacional”, mas o resultado foi um verdadeiro tiro no pé, como mostra o rombo bilionário nos Correios.

Correios perdem mais de 60% do mercado de importados após a nova taxa

Previsão era de R$ 5,9 bilhões em 2024; arrecadação ficou em R$ 3,7 bilhões

Um estudo dos próprios Correios revelou que, por causa da taxa das blusinhas, a estatal teve uma perda de R$ 2,16 bilhões em arrecadação, uma queda de 37% no que era previsto com o transporte de mercadorias importadas.

A estimativa inicial era que os Correios arrecadariam cerca de R$ 5,9 bilhões com o serviço de entrega de produtos importados da China, principal origem das encomendas de baixo custo. Com a nova legislação em vigor desde junho de 2024, o valor efetivamente arrecadado despencou para R$ 3,7 bilhões.

Essa queda não foi um acidente, mas o resultado direto de uma medida mal calculada e ideologicamente enviesada, típica do atual governo.

O governo Lula e o apoio à taxação: “proteção” ou arrecadação forçada?

Apesar de o governo dizer que buscava “igualdade tributária” com os varejistas nacionais, o verdadeiro motivo por trás da taxa das blusinhas parece ser a necessidade desesperada de arrecadação.

A equipe econômica de Lula viu nas compras internacionais uma fonte fácil de impostos e, com apoio da base governista no Congresso, aprovou o novo modelo de taxação. O resultado? Um desastre anunciado:

• Queda nas vendas internacionais

• Redução de receita dos Correios

• Reação negativa da população

• Aumento da informalidade e do contrabando

Mais uma vez, Lula e seu governo mostraram que não entendem o funcionamento do mercado e tomam decisões com base em narrativas ideológicas, em vez de dados e responsabilidade fiscal.

Impacto nos consumidores: quem realmente foi atingido?

O povo mais pobre, que comprava com economia, agora paga mais ou deixa de comprar

Ao contrário do que diz o discurso oficial, a classe média baixa e os trabalhadores foram os mais prejudicados pela taxa das blusinhas. A compra de roupas, eletrônicos, cosméticos e outros produtos de baixo custo oferecia uma alternativa econômica aos preços abusivos do mercado interno.

Agora, com a nova taxação:

• Um produto de R$ 80 passa a custar R$ 128

• Além da taxa, há cobrança do ICMS estadual

• Tempo de entrega aumentou, e a fiscalização ficou mais rígida

O que era acessível virou luxo. E tudo isso por causa de uma decisão mal planejada que visava “corrigir uma distorção” — mas acabou punindo os mais pobres.

Perda de competitividade e avanço da informalidade

A taxa das blusinhas fortalece o mercado cinza e prejudica empresas formais

Como sempre ocorre quando se aumenta imposto de forma agressiva, a consequência inevitável é o crescimento da informalidade. Os produtos não deixaram de ser desejados — apenas mudaram de canal. Agora, muitos consumidores passaram a:

• Comprar por redirecionadores internacionais

• Usar grupos de importadores informais no WhatsApp e Telegram

• Comprar produtos falsificados em feiras e camelôs

Ou seja, o governo não só perdeu arrecadação como também impulsionou o mercado paralelo, abrindo mão da fiscalização e prejudicando empresas que atuam dentro da lei.

Quem ganha com a taxa das blusinhas?

Indústria nacional se beneficia às custas do consumidor

A indústria nacional de vestuário e calçados foi uma das principais apoiadoras da taxa das blusinhas. O setor alegava estar sofrendo concorrência desleal, mas omitiu que seus próprios preços altos, a baixa inovação e a ineficiência logística afastavam os consumidores.

Agora, com a concorrência limitada por decreto, essas empresas ganham uma “trégua artificial” — mas sem a necessidade de melhorar seus produtos ou baixar seus preços.

No fim das contas, quem ganhou foi o lobby corporativo, não o cidadão comum.

E os Correios? Mais um passo rumo à falência

Prejuízo bilionário reacende debate sobre privatização

O prejuízo de R$ 2,2 bilhões nos Correios reacende um debate importante: até quando vamos manter uma estatal ineficiente e sujeita a decisões políticas irresponsáveis?

Os Correios já enfrentam:

• Concorrência de transportadoras privadas mais ágeis

• Estrutura ultrapassada e lenta

• Greves constantes e baixa produtividade

• E agora, interferência política direta nos resultados financeiros

Com o avanço do e-commerce e a necessidade de modernização logística, a privatização dos Correios deveria ser uma pauta urgente — mas continua travada por interesses ideológicos do governo.

FAQ – Perguntas Frequentes sobre a Taxa das Blusinhas

O que é a taxa das blusinhas?

É a cobrança de 60% de imposto federal sobre compras internacionais de até US$ 50, aprovada em 2024 e apoiada pelo governo Lula.

Por que ela foi criada?

Segundo o governo, para “proteger o varejo nacional” e “igualar a carga tributária”. Na prática, o objetivo era aumentar a arrecadação.

Quais os impactos da taxa?

• Aumento no preço final das encomendas

• Queda nas vendas internacionais

• Prejuízo bilionário aos Correios

• Crescimento da informalidade

A taxa já está em vigor?

Sim, desde junho de 2024.

Quem se beneficiou com a nova regra?

Empresas nacionais de varejo e confecção. O consumidor foi o maior prejudicado.

Conclusão: Taxa das blusinhas é símbolo da incompetência econômica do governo Lula

A taxa das blusinhas, vendida como uma medida de “justiça tributária”, se revelou um fracasso retumbante. Prejudicou o consumidor, destruiu parte do faturamento dos Correios, alimentou o mercado informal e beneficiou apenas uma minoria organizada de empresários nacionais.

Enquanto isso, o governo Lula segue intervindo na economia com mão pesada, tomando decisões baseadas em ideologia e populismo, e deixando um rastro de ineficiência, prejuízos e desconfiança.

O povo não aguenta mais pagar a conta dos erros de Brasília.

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